segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O mundo das possibilidades existe - Eu ví!

Um dos exemplos que vemos quando vamos pesquisar sobre Física Quântica é o da experiencia Schrodinger, onde testava a possibilidade da morte ou vida, ou as dois, com um gato trancado dentro de um recinto com veneno.
Isso não é nada mais que provar duas realidades e procurar porque de cada uma se manifestar ou não, ou ainda, se manifestar ao mesmo tempo.
Sinceramente acredito no mundo das possibilidades pelo simples fato de termos a chance de escolher alguma direção, e logo escolher implica mais de uma opção. Então teríamos, ou temos sempre mais de um caminho.
Agora será que alguém ja pode ver ver o mundo das possibilidades a olho nú? Talvez sim, talvez não. Mas a possibilidade existe e é viva.
Mas o post de hoje é especial, porque sou testemunha da resposta da pergunta anterior. Eu ví sim, a outra possibilidade, ou melhor dizendo, ví dois mundos, duas realidades ao mesmo tempo até que minha visão, ou o momento decidiu qual iria seguir. Ironicamente, temos um gato em casa, mais precisamente uma gata, Olívia. No ultimo domingo, dia 16/10/2011 por volta das 17:55, eu estava no sofá distraído com o meu celular. De repente ví Olívia levantar e ficar sentada, mas tinha algo errado, pois também ví Olívia deitada e dormindo. A versão de Olívia que estava acordada chegou a olhar pra mim e vice-versa. Por mais estranho e louco que possa parecer esse depoimento, lá estavam duas Olívias em cima do mesmo sofá em duas situações diferentes e ao mesmo tempo. Eu ví as duas ao mesmo tempo. Isso tudo durou fração de seguntos, e depois só restava a Olívia que dormia. Apesar de estranha, a experiencia foi ótima e prova que realidades distintas existem ao mesmo tempo e em volta de tudo. São dimensões que funcionam ao mesmo tempo e de maneiras diferentes. 
Alegre, datei como nota o evento quântico em meu celular.
Creio que todos temos a capacidade de ver isso. Eu não ví de propósito, mas percebi. Provavelmente a chave é justamente a questão da percepção. Em muitas teorias vemos que as coisas se comportam de maneiras diferentes quando são ou não vistas. Talvez essa seja uma resposta. Mas fiquei feliz por ver a Olívia quântica em minha casa.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Invasor de sonhos – É possível invadir o sonho de alguém?

Retrato do homem visto por pessoas de
todo o mundo em seus sonhos.

Lembrei disso por causa de uma matéria enviada por uma colega. O texto descrevia o caso de um possível invasor de sonhos. O mesmo homem foi visto por muitas pessoas em seus sonhos, e nada ligava a pessoa a este homem a não ser a estranha coincidência. Mas será possível alguém invadir o sonho de outra pessoa? O poder da mente humana pode ter esse alcance?

Seria estranho admitir, mas como o mundo é feito de possibilidades, podemos teorizar de alguma forma como isso poderia acontecer. Uma das coisas que pensei foi o fato de que muitos já afirmaram sair do próprio corpo, uma separação de carne e mente. Muitos afirmam que isso é impossível, mas tenho muitas dúvidas e quase uma certeza dessa possibilidade.
A mente fora do corpo poderia vagar livremente e em algum momento deitar-se no cérebro de alguém que esteja dormindo. Isso será muito perigoso, pois temos literalmente duas mentes em 1 cérebro, e o comportamento da mente de quem foi invadido poderia ir desde uma confusa perturbação ou um sonho, no caso, vendo essa pessoa que entrou de alguma forma no seu sonho. Uma pessoa que conseguir essa capacidade de movimentar sua mente livremente por aí, poderia sim, desta forma, invadir sonhos.

Lembrei-me de uma coisa que não está muito distante disso, e pode ser uma explicação. O sonho pode ser uma realidade paralela a nossa, ao qual conseguimos entrar e agir somente quando atingimos o grau certo durante o sono. E na verdade, como em todo sonho, você consegue ver além do ambiente em que está, a sua própria figura, a sua imagem agindo e você como um observador de você mesmo. Isso é comum. Mas como explicar o fato de alguém invadir o seu sonho nesse caso?
Acredito que quando sonhamos, estamos andando em uma realidade paralela que só se mostra nessa ocasião, e que pode ser compartilhada. Mas ninguém aprendeu a compartilhar essa realidade e os sonhos sempre se resumem a histórias vividas por quem sonha. Em raros casos, acontece de sonharmos com outra pessoa. Geralmente estamos sós, em algum lugar, e não muito raro, com mais alguém.
O quero dizer; se todos sonham, todas entram nessa realidade paralela, todos estão vivendo algo fora do plano que conhecemos e em tempos diferentes. Isso é causado pelas diferenças de horários em que as pessoas sonham. No entanto, se uma pessoa dominar a capacidade de entrar a hora que quisesse através de sono induzido por meditação ou outro meio, ela poderia estar mais tempo dentro desta realidade e com uma ampla chance de interação com os elementos – outras mentes -  que estão por ali naquele momento. Então a vivencia desse momento de encontro do invasor nessa realidade se torna uma lembrança no sonho de quem acorda. Quanto mais tempo ele passar dentro desse mundo paralelo, mais pessoas ele pode encontrar e mais pessoas se lembrarão ter visto ele em seus sonhos.
Complicado, mas isso seria uma possibilidade de explicação para o caso do Invasor de sonhos.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Nosso Lar - Uma visão moderna de céu

Esses dias assisti ao filme "Nosso Lar" baseado no livro de Chico Xavier. Realmente é um filme de qualidade bem superior quando falamos da questão de produção, fotografia, efeitos...tudo muito bom. Mas o que me chamou muito a atenção foi o fato da modernidade e visão diferente sobre o que seria ou é o céu. Sempre se fala no céu como um lugar branco, ou cheio de nuvens, ou ainda com piso de mármore e paredes de cristal, essa última se parece com a casa do Superman...continuando. A forma com que o ambiente é retratado é extremamente natural e moderna, quase que comum, com meios de transporte, prédios e etc. Começamos a pensar que talvez seja esse o ambiente superior. Porque esse novo mundo teria que ser como descrito em muitos livros, tão diferente do que conhecemos? Isso não faz sentido nenhum se você prestar atenção no que nós conhecemos. O céu retratado é uma terra limpa, organizada, cheia de serviços e utilidades, além de um conforto natural e minimalista. As pessoas se sentem bem praticando atos simples, contribuindo com o trabalho no local e prestando ajuda aos recém chegados. Creio que o céu pode ser assim, a descrição é muito perfeita e coesa, sem extravagâncias ou fatos inimagináveis. Outra ligação, por mais estranha que possa parecer, e sem ler o livro, é o fato da cidade está planeja ao ponto de me lembrar de Brasília, isso mesmo, a nossa Capital. Existem ministérios, edifícios e ambientes que se parecem muito com alguns pontos dentro da cidade, o que parece aproximar ainda mais as realidades destes planos que existem ao mesmo tempo em dimensões diferentes na Terra. Assistam o filme. Recomendo.